Alinhamento e Identificação

Se você precisa desenvolver as características abaixo, talvez esse post seja para você!

  • Capacidade de aceitar os fatos (afinal, só podemos mudar e interagir com aquilo que aceitamos)
  • Posicionamento correto – sem excesso de envolvimento e rigidez com os compromissos
  • Capacidade de entrega confiando que o fluxo pode estar certo

Há algumas semanas participei de um workshop sobre Coaching para Maestria Pessoal com o fantástico professor holandês Hans Tendam na Desenvolver Pessoas e Organizações. Lá fomos convidados a fazer uma reflexão e descobrir qual das competências em uma lista de cinco precisávamos desenvolver. Em seguida, fomos divididos em grupos de acordo com essa escolha.

No meu caso, a competência que precisava ser trabalhada era o alinhamento, entendido como aquelas características escritas lá no alto. Após a formação de grupos, fizemos uma discussão com nossos companheiros de busca sobre o que significava não ter aquela competência fortemente desenvolvida em nossas vidas. Infelizmente não dá para colocar aqui todas as descobertas, afinal, foram muitas, profundas e muito pessoais, mas gostaria de compartilhar a experiência.

Nesse momento algo fantástico aconteceu. Éramos quatro mulheres no meu grupo e imediatamente as palavras começaram a jorrar de nossas bocas, cada uma descrevendo características que eram totalmente comuns a todas. E o mais interessante era que sempre havíamos nos sentidos isoladas com aquela sensação. Era como se a vida toda nós tivéssemos vivido como E.T.s e de repente encontrássemos conterrâneos. Era como se em instantes nos entendêssemos profundamente, como nunca antes havíamos sido compreendidas.

E aí que senti a força e o poder da identificação. Até aquela hora nenhum problema havia sido resolvido, mas só o fato de não estarmos sozinhas com eles já nos tornava mais fortes. Éramos quatro mulheres que não se conheciam e talvez não tivessem muita coisa em comum, além daquela característica, mas isso já nos dava uma grande sensação de pertencimento.

Esse encontro por si só gerou em nós uma sensação de fluxo, que era exatamente uma das coisas que precisávamos desenvolver. É claro que não há milagres, mas tudo fica mais fácil quando sabemos que não estamos sozinhos.

No último dia, uma pessoa do nosso grupo nos fez uma surpresa muito especial. Ela nos presenteou a todas com uma muda de uma planta que para mim simbolizou o alinhamento que passaríamos a cultivar em nós mesmas a partir dali. E no vaso ela escreveu os seguintes dizeres:

“É certo que não conseguiremos superar milênios de equívocos de um dia para o outro… Mas vale o esforço de aperfeiçoarmo-nos a cada dia! Persistamos no Bem, sempre…”

A muda do meu alinhamento

Caso haja mais algum “desalinhado” aí que se reconheceu naquilo que foi apenas uma gotinha do que vivemos naquele fim de semana, por favor, se identifique. Tenho a impressão de que a conexão entre os “desalinhados” vai além das palavras e eles saberão que finalmente fazem parte de um grupo.

Finalizo com uma frase de Hans Tendam que achei sensacional:

“O problema não é um inimigo. Ele é um convite para dançar…”

P.S. Vocês acreditam que ao mudar a minha plantinha de lugar para tentar tirar outra foto para esse post o vaso virou e caiu tudo no chão?! Mas a danada é mesmo desalinhada e, como tal, uma sobrevivente! Meu marido, que tem “dedos verdes”, fez uma operação e ela já está recuperada. Talvez precise de um carinho para superar o susto. De qualquer forma sei que, como eu, ela vai dar conta do tranco e sair mais forte desta.

E depois do susto…

Listas

Um ano tem 12 meses ou 365 dias. Um dia tem 24 horas, cada hora 60 minutos e um minuto tem 60 segundos. Tudo muito preciso, certo? Errado!

O tempo (ou pelo menos o meu tempo) é tudo menos preciso. Ele é totalmente parcial e me engana toda hora. Quando preciso que ele vá devagar, ele corre. Quando quero que passe rápido, ele flutua lentamente.

Ele é como um daqueles desafios, sabe? Aqueles de ficar quebrando a cabeça e tentando descobrir o segredo. E muitas vezes precisamos encaixar o nosso tempo com o tempo do outro e aí fica mais difícil ainda! Sincronicidade não é uma coisa fácil de ser alcançada…

Para lidar melhor com isso, a toda hora me pego escrevendo listas. Algumas são mais básicas, como uma lista das coisas que tenho que fazer durante um dia ou uma semana e que anoto na minha agenda e vou riscando. Já outras são mais amplas, como lista de metas que gostaria de alcançar dentro do ano. Essas eu acabo escrevendo em pedaços de papel que vão sumindo por aí. Às vezes encontro alguma lista velha e é divertido ver o que já foi conquistado e o que ainda é válido. Juntando todas as listas da minha vida, acho que seria possível escrever uma verdadeira biografia.

Então hoje estava pensando em um jeito de não perder mais minhas listas por aí e aí surgiu a ideia deste post. Segue então abaixo a solução brilhante! Uma lista com as minhas listas. De agora em diante, todas as vezes que eu tiver que fazer alguma mais ampla, vou postá-la na categoria de listas deste blog de forma a não perder esses verdadeiros retratos dos momentos que estou vivendo. Aí vai…

  1. Coisas que considero importantes e quero fazer, mas que demandam investimentos como tempo, trabalho e algum dinheiro, como um curso de fotografia, tirar carteira de motorista e reconhecer meu diploma da Dinamarca.
  2. Lista de espera de outras coisas que considero importantes e quero fazer, mas que só poderei por em prática na medida em que for riscando os itens da primeira lista. (Porque tenho o mau hábito de começar muitas coisas e não conseguir terminar todas!)
  3. Lista de amigos que quero manter sempre perto de mim. Essa lista é essencial e muitas vezes exige uma verdadeira luta contra o tempo.
  4. Filmes que quero ver.
  5. Livros que quero ler.
  6. Lugares que quero visitar.
  7. Pendências chatas que precisam ser resolvidas.
  8. Coisas que preciso organizar em minha casa. Essa é uma verdadeira lista viva! Muda a toda a hora.
  9. Músicas que quero ouvir.
  10. Séries de televisão que gostaria de ter em casa.

O tempo é um verdadeiro Triângulo das Bermudas. É preciso cuidado para não se perder.

Metades – Com quantas perguntas se faz meia resposta?

Já cantava Milton Nascimento “Certas canções que ouço cabem tão dentro de mim que perguntar carece como não fui eu que fiz?”.

Essa é mais uma pergunta para o rol das muitas que estão sempre se movimentando para lá e para cá em minha mente e meu coração. As perguntas não me dão descanso. Durmo e acordo com elas. Apesar de nem sempre encontrar respostas satisfatórias para as perguntas da minha cabeça, é mais fácil coexistir com elas. Já as do meu coração…

Elas são mais urgentes, gritam por respostas que parecem nunca estar corretas. Elas me tiram o ar, podem ser dolorosas. É como se eu, com muita luta, comprasse todo o material necessário para construir um barco, conseguisse a ajuda profissional necessária para fazer todo o planejamento, seguisse tudo à risca e o produto final virasse algo totalmente diferente de um barco. E o que me resta no fim são apenas mais perguntas.

Poucos artistas conseguem trazer respostas (ou pelo menos consolo!) tão adequadas para aquilo que se passa em minha mente e minha alma. E o interessante é que ele vem exatamente de Brasília, que parece ser a única resposta que mata a sede de quase todas as perguntas que sempre me corroem.

Para a maior dúvida do momento, a grande resposta é a canção/poesia/confissão do vídeo abaixo. Ela pode até não trazer a receita nem a explicação definitiva que eu gostaria para as mazelas da vida. Mas me traz o consolo de saber que eu não sou a única zanzando por aí, tentando dar sentido às minhas muitas metades.

A única coisa que me é inteira e coerente até em suas incoerências é o amor!

Férias (ou Natal e Ano Novo em 3 atos)

Que férias são um período de descanso, reflexão e renovação não é novidade para ninguém, mas realmente desta vez o período me surpreendeu. É claro que isso se deve em parte ao fato de eu ter estado muito cansada, mas cada lugar e cada pessoa contribuíram de maneira especial para tornar nossas férias muito ricas.

Vamos por partes…

Lavras

Começamos e terminamos as férias em Lavras. Esse é um lugar muito especial para nós, onde sempre encontramos pessoas muito especiais (de lá e de fora também!). Muito bom rever a Renata linda e feliz, como há muito eu não via. Além disso, a energia de lá é muito especial. Dois dias de descanso em Lavras parecem ter o efeito de uma semana em qualquer outro lugar!

E o Natal foi extra especial porque meus três sobrinhos muito amados – Isabel, Pedro Henrique e Gabriel – estavam todos lá! Além disso, havia muito tempo que eu não passava o natal com meu irmão Davi.

Tia Bia, Gabi, e os sobrinhos... "Caramba, velho!" como diz o Gabriel

Sítio Colina Verde – Família Duarte

Os muitos membros da família Duarte - Isso é que é árvore genealógica!

Fazer parte de uma família que tem dois grandes patriarcas, seus 14 filhos e respectivos cônjuges, 30 netos e respectivos cônjuges e 13 bisnetos não é para qualquer um. E menos ainda conseguir juntar toda essa gente sob o mesmo teto (barraca conta?!) todo Ano Novo…

Como se fosse pouco, quantas famílias já tiveram time de futebol com hino, uniforme e tudo? E Jornalzinho para contar as histórias? E equipe na Volta à Ilha de Florianópolis? E essas são apenas algumas das nossas muitas aventuras…

E para quem achava que o sítio ficaria mais fraco com a morte da Vó Tita, parece que a nova geração vem com tudo, falando até de tatuagem… Sangue é mesmo mais grosso que água como diriam os dinamarqueses, e como a Luba nunca me deixou esquecer!

Ano Novo 2012: “Agora, agora – Depois, depois”; a tradicional fila da comida; chuva; dois chuveiros quentes (viva!); ninguém pulando na represa (isso já aconteceu antes?!); família Duarte Rocha completa como há muito tempo não se via; boa música (Eula, Murilo, Rebecca, Klaus, Frederico, Guilherme); CD com os milhões de fotos da Dedé; etc.

O Sítio é a nossa casa – o único lugar do mundo onde cabemos todos nós, com todo mundo totalmente à vontade, até mesmo no Ano Novo.

São Paulo

São Paulo é uma cidade especial para todos os membros da família Hedegaard! Agora, além de tudo o que a cidade oferece, ela também tem sido uma Little Danmark, graças à presença dos queridíssimos Jimmy, Raquel e Anna. Aliás, aproveito para fazer uma extensão ao postPraticando a Gratidão e incluir Jimmy e Raquel! Agradeço a vocês por nos oferecerem a enorme alegria de sermos padrinhos da Anna. E por falar nela, não é porque é minha afilhada não, mas que menina linda, sabida, charmosa, carinhosa, enfim… um amor!

Anna e os padrinhos

Cada um de nós voltou trazendo consigo de São Paulo muita coisa especial! Adoramos cada momento que passamos juntos, cada passeio, museu, comida, filme, etc.

Conclusão

Então, para todas essas pessoas muito queridas com quem compartilhamos esses primeiros dias do ano desejamos…

Um feliz 2 Mil  e doce…

Promessas de ano velho

Outro dia li um post chamado Valorize o que vale a pena. http://positivese.wordpress.com/2011/11/18/valorize-o-que-vale-a-pena/

O autor havia colocado o link no meu mural no Facebook e eu levei seis dias para sequer perceber que ele estava lá. Li e respondi que a correria do dia-a-dia havia me impedido de ler e comentar antes. Que ironia, né?

O fato é que apesar de saber direitinho o que vale a pena, por algum motivo eu acabo sempre colocando uma série de outras coisas em primeiro lugar. E tenho certeza de que a maioria das pessoas age da mesma maneira.

Muitos fazem promessas de ano novo, idealizando o futuro e muitas vezes lançando mão de metas por vezes impossíveis de serem cumpridas. Eu mesma adoro traçar metas para o ano novo. É interessante ver aquilo que consegui alcançar, mas também perceber que muitas delas se repetem. Todos os anos a minha lista inclui, além de muitas outras coisas, praticar exercícios físicos e ter mais tempo para os meus amigos. A primeira eu até hoje nunca consegui cumprir por mais de alguns poucos meses mesmo. Em relação à segunda, eu sempre acho que posso dedicar ainda mais tempo às pessoas queridas que já passaram pela minha vida. Trabalhar essas e outras metas tem tudo a ver com definir prioridades.

Quase todos fazem promessas de ano novo. Elas já viraram lugar comum, quase um clichê. A questão é quantos de nós de fato olhamos para trás e fazemos uma avaliação do ano velho. Pois eu acho que essa época de fim de ano nos traz uma excelente oportunidade de rever alguns conceitos e comportamentos. Infelizmente, em geral, estamos todos muito ocupados para olhar para trás.

Pois eu decidi fazer uma faxina em 2011 para que eu possa ficar pronta para o ano novo. Estou encontrando tempo em meio à correria de correção de provas, treinamentos, encerramento de semestre, correria de natal, etc. para olhar para trás.

Vejo que algumas metas eu atingi e outras eu não consegui, mas infelizmente tenho que admitir que algumas eu nem tentei!

Hoje é dia 2 de dezembro. Ainda tenho um mês para tentar colocar algumas delas em prática. A principal vai ser mais do que definir prioridades. Na verdade, em geral quase todos já sabem quais são suas prioridades, certo? A minha meta de ano velho vai ser colocar em prática aquelas coisas que eu já sei há muito tempo são as mais importantes, mas que por um motivo ou por outro acabo deixando para depois.

Fica aqui instituída a Promessa de Ano Velho. Que ela me deixe mais próxima daquilo que eu quero conquistar no Ano Novo! Assim seja…

Praticando Gratidão

Ultimamente tenho percebido que a gratidão é o sentimento que eu mais gosto! Gosto de expressá-lo (não há nada mais gostoso do que fazer um elogio sincero quando a pessoa menos espera), gosto de estimulá-lo,  gosto de percebê-lo em relação à mim mesma, enfim gosto de senti-lo. Ele tem tudo a ver com apreciar. Acho que, com freqüência, expresso minha gratidão pelas pequenas coisas que as pessoas fazem tanto por mim quanto pelo ambiente, pela situação ou qualquer outra coisa ou pessoa à minha volta.

Mas há algum tempo eu venho sentindo necessidade de expressar minha gratidão pelas grandes coisas que as pessoas já fizeram por mim. Não sei se tenho mais facilidade em perceber na hora as pequenas coisas, ou se na hora em que essas grandes coisas aconteceram a gratidão ainda não era meu sentimento favorito.

O fato é que quero aproveitar essa oportunidade de agradecer a muitas pessoas que já não estão mais por aqui para ler isso, ou com quem eu nem tenho mais contato, e muitas outras que graças a Deus continuam fazendo parte da minha vida.

Peço perdão se esquecer alguém, mas a lista é mesmo muito grande! Então aí vai meu agradecimento a todos vocês que me ajudaram a conquistar essa leveza de …eu passarinho.

Agradeço ao Vô Alfredo, Vô Antonio e Vó Tita por terem sido a doçura da minha infância. O carinho de vocês fez TODA a diferença. Agradeço à Tia Lena por ser meu modelo de comportamento, moral e ética, além de ter sido o pilar da minha vida até meus 18 anos. E agradeço a ela e sua LINDÍSSIMA família também por terem voltado a fazer parte da minha vida adulta. Nesse sentido, agradeço especialmente à Retata Messina por ter tomado essa iniciativa e nos brindar com meu queridíssimo PH. Tio Dija eu agradeço pelas muitas consultorias (haja biquinho… hehe) e ao Tato (e também à Tata) pelas adoráveis lembranças de infância.

Agradeço ao Ademar por tantas vezes ter colocado um espelho à minha frente e não permitir que eu olhasse para o outro lado até compreender o que estava se passando dentro de mim. Agradeço também pelas muitas inspirações através de leituras, música, teatro, etc. que me ajudaram a interpretar o que eu descobria olhando no espelho.

Agradeço com toda a força da minha alma ao meu amadíssimo irmão Davi por desde os dois aninhos literalmente (e fisicamente) me defender, mesmo sendo muito mais fraco. Gostaria, Dadaio, de nesse momento ter o poder de te ajudar com um passe de mágica a colher tudo de lindo que você merece. Nesse momento, dou um enorme pulo no tempo e agradeço ao meu também muito amado irmão Jonas, que depois de adulto teve grande papel no meu processo de cura, sempre sem medo de enxergar verdades que eu sei que para ele eram dolorosas. A você, Nonô, agradeço também por ter me levado ao espiritismo.

Já que pulei no tempo, paro aqui para um agradecimento especial. Ao Klaus, meu marido amado! Você é o homem da minha vida, meu melhor amigo e a pessoa que eu mais admiro no mundo. Nunca vi ninguém mais íntegro, puro, lindo e divertido (e esse lado seu poucas pessoas conhecem, né skat?). Agradeço, aprecio, amo, brigo e acima de tudo defendo com unhas e dentes as minhas MARAVILHOSAS filhas Rebecca e Gabriella. Ai de quem mexer com elas! Minha infância e adolescência inteiras eu passei esperando vocês! Vocês são tudo de bom!

Agradeço ao meu grande amigo Maurício Dantas, que se foi muito cedo. É incrível pensar no quanto você influenciou a minha vida. Se não fosse você eu não teria ido para a Dinamarca, conhecido o Klaus, tido minhas filhas, sido professora e sei lá quantas coisas mais!

Voltando lá para trás, agradeço à Luba. Mesmo sendo uma criança e tendo que se virar sozinha, desde pequenininha cuidou de mim e NUNCA me abandonou. Poucas pessoas podem dizer isso minha querida.

Agradeço à cidade de Brasília. Acho que já cheguei lá me sentindo como o João do Santo Cristo e cantando “Meu Deus mais que cidade linda! Nesse país lugar melhor não há.” Agradeço às crianças da cidade que ao invés de escolher o lugar comum e me atacarem com bullying (afinal eu era a vítima perfeita!), me acolheram e me deram tudo o que podiam. Agradeço ao Tony Appollo e os amigos da 308 Norte, especialmente o Luiz Kiss. Vocês sempre foram grande fonte de inspiração e expandiram muito o meu universo.

Agradeço aos grandes professores que tive em minha vida. E foram tantos que não vou nem nomear todos. Destaco apenas em especial a Marian de português e a Maria Rita de geografia do CEAN. Aliás, agradeço a todos os meus amigos do CEAN! Impossível mencionar a todos, mas lembro especialmente de Evan Jônia e Lú Hooper que me ajudaram a sair do meu casulo de proteção e ir aos poucos descobrindo a pessoa que eu era.

Agradeço à Marilinda, linda, linda (que até hoje faz parte da minha vida, apesar de não nos vermos com a freqüência que gostaríamos), ao Dudú (principalmente por me acolher com toda a minha família em sua casa!) e outros amigos do AFS. À Marília em especial agradeço por me entender quando quase ninguém conseguia.

De Brasília tem também a super família Mello Borja! O apoio de vocês foi mais do que qualquer coisa, um verdadeiro kit de sobrevivência. Crescer com você foi um privilégio, Patrícia. E agradeço a Evelyne por muitos momentos agradáveis e que nunca vou esquecer.

Agradeço a muitos amigos e principalmente famílias (Buch, Jespersen e Nielsen) da Dinamarca. E de lá faço questão de mencionar Simonzinho, que é Human com H maiúsculo até no nome, por também ter nos acolhido a todos em sua casa. Já te disse que você era meu herói! Finalizando a Dinamarca, agradeço ao Lars (apesar de ter nos abandonado em Belo Horizonte… hehe), amigo sempre brilhante que com sua linda família recebeu a Gabriella por sete meses.

Em B.H. agradeço à Alícia Volponi e Marina Vieira, minhas primeiras amigas, e que nos apoiaram em um dos momentos mais difíceis da nossa vida. Nessa categoria entra também toda a família de Cícero Guimarães, sempre presentes em nossa vida desde que chegamos à cidade. Cícero, é um privilégio ter um amigo como você!

Agradeço de coração aos amigos do Number One! Aqui também são tantos que não dá nem de longe para falar de um por um. Destaco especialmente Mariângela que quase me carregou no colo quando estive mais por baixo. Agradeço também à Alessandra Guimarães por compartilhar comigo altos e baixos durante tantos anos.  Vocês três são amigas lindas, contem comigo sempre! Ah, e obrigada, minha amigona Valéria Augusta por me ensinar tantas coisas!

Agradeço ao Eugenio Faria pela oportunidade de criar sem nenhuma limitação ou controle o Dia da Secretária. Esse foi sem dúvida um dos meus momentos profissionais mais enriquecedores! Aproveito o gancho para agradecer ao Mr. Joel Guest por me ajudar nesse projeto. Ainda acho que deveríamos levar o Oscar de melhor filme estrangeiro por isso. Agradeço também ao skatinho Eddie Pimentel por ser meu super-gêmeo e por tudo que compartilhamos. Agradeço a Tati Vita Guest por ser uma fonte de inspiração (ô menina incansável!) e muitos outros amigos da Rizvi.

Agradeço à Adriana Alcântara, uma das pessoas mais inteligentes, divertidas e generosas que eu conheço! Sua participação na minha vida foi sempre decisiva e espero que continue sendo. Não suma!

E um muito obrigada a Valéria Santana, psicóloga e consultora brilhante. Pelo verdadeiro milagre que você fez em minha vida sem eu nem perceber que estava acontecendo!

Devo ter deixado para trás muitas pessoas, né? Peço que me perdoem. Se não me lembrei delas no texto, com certeza não as esqueci no meu coração.

Por último, agradeço de todo o meu coração ao Cleber, que foi professor da Rebecca e da Gabriella. Mesmo sem nunca tê-lo conhecido pessoalmente, admiro seu trabalho e como você tocou o coração de tantos jovens. Sinto muito por só ter percebido isso quando você não estava mais entre nós. Quero que saiba que minha gratidão por você é especial. Além da admiração, foi a sua falta que me despertou para a delícia que é poder expressar gratidão enquanto as pessoas ainda estão aqui para ouvi-lo.